GRAJAÚ, A CIDADE DOS QUEBRA – MOLAS

É notável o crescimento das ondulações transversais, mais conhecidos como quebra – molas nas ruas e avenidas da cidade de Grajaú, A construção dos quebra – molas serve como uma maneira para obrigar os condutores de veículos a trafegarem com mais cuidado e de acordo com a sinalização imposta nas vias urbanas através de placas e semáforos.

As ondulações transversais, mais conhecidas como quebra – molas, redutores de velocidade ou lombadas, foram proibidas pelo atual Código de Trânsito Brasileiro (CTB), Lei 9.503/97 que dispões:

Art.94 Parágrafo Único: “É proibida a utilização das ondulações transversais e de sonolizadores como redutores de velocidade, Salvo em casos especiais definidos pelo órgão ou entidade competente, nos padrões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN.”tip

A Resolução n° 39/98 do Contran regulamenta as exceções sobre a implantação de quebra – molas, traz regras para sua utilização. Mesmo nas exceções, os quebra – molas têm que obedecer aos padrões e critérios, que estão definidos na Resolução citada acima, para quebra – molas do tipo 1 (nas cidades) e Tipo 2 (nas rodovias)

A população, em partes apóia a implantação dos mesmos, como maneira de punir os motoristas que andam em alta velocidade próximo de locais com grande fluxo de pedestres, como supermercados, escolas, igrejas e etc. O fato é que os quebra – molas são um retrocesso. Punem 100% dos condutores, não somente os infratores. Pode causar acidentes graves, geram danos aos veículos, aumento do consumo e grande acréscimo nas emissões de poluentes no meio ambiente entre outros fatores. Além disto, os mesmos são feitos fora dos padrões estabelecidos pelos órgãos de transito, o que pode ser observado por qualquer pessoa, mesmo que sem conhecimento técnico. Não há nenhum tipo de sinalização (placas ou sinalizadores visuais) que indiquem a existência dos mesmos.

Atualmente, existem outras formas mais eficiente de controle de velocidade, como a implantação e sinalização de placas de trânsito e semáforos, além da fiscalização por parte dos Agentes de Trânsito, que também é cobrado pela população, principalmente nas áreas com tráfego maior de pessoas e veículos, exemplo: escolas, rodoviária, praças, pontes e acessos ao bairro Canoeiro pela BR 226.

Por: Jonathan Lima

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *