Roseana promete retomar programas sociais e investimentos no Maranhão.

Candidata falou do programa Viva Luz, extinto pela atual gestão e do Saúde é Vida, que construiu 72 hospitais em todo o estado.

A candidata da coligação “O Maranhão quer mais”, Roseana Sarney (MDB), afirmou há pouco, durante o programa Sabatina O Estado, que caso seja eleita no mês de outubro, retomará os programas sociais e os investimentos no Maranhão.

Ela citou o programa Viva Luz, que assegurava a quitação da conta de energia elétrica do cidadão de baixa renda, falou sobre o programa Saúde é Vida – que construiu 72 novos hospitais em todas as regiões do estado e anunciou que pretende criar o Viva Gás.

Roseana também falou sobre a necessidade de retomar o crescimento econômico do estado e promover emprego e renda.

“A crise financeira no país e no Maranhão é muito forte. O sistema de saúde do Maranhão está falindo. O desemprego aumentou. Por isso eu decidi colocar meu nome à disposição para o Governo. Para tentar mudar esse quadro”, disse.

“Na minha gestão eu consegui tirar cerca de 500 mil pessoas da linha de pobreza. E agora os dados oficiais mostram que pelo menos 300 mil pessoas voltaram para a linha de pobreza. Isso é preocupante”, completou.

Roseana também criticou a perseguição política, segundo ela, imposta pelo atual governador, Flávio Dino, a adversários e disse que nas suas gestões, jamais agiu de forma semelhante.

“Esse governo tem um equívoco muito grande. Você não é eleito governador de um lado, de um partido ou grupo político, mas sim governador de todos os lados. Eu não era uma governadora de uma parte dos maranhenses, eu era de todos. Me sentia privilegiada por isso. Não se pode beneficiar aliados e prejudicar os demais”, disse.

Ela citou nominalmente os exemplos dos prefeitos de Imperatriz e São Pedro dos Crentes, que fazem oposição ao Palácio dos Leões. Para a emedebista, ambos são perseguidos.

“O prefeito de São Pedro dos Crentes, por exemplo, que está sempre nas redes sociais, é perseguido. O prefeito de Imperatriz também é perseguido, porque você não mandar recursos para a saúde do município, é perseguição”, concluiu.

Por: RONALDO ROCHA – O Estado

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